Onde comprar itens legais de papelaria em Orlando?

Em 03.09.2015   Arquivado em Compras, Disney, Turismo
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Imagem original: Pexels

OLAR! Ontem uma amiga minha me fez essa pergunta no instagram (beijo, Je!) e, como muita gente não faz a menor ideia, resolvi transformar isso em uma dica de utilidade pública aqui no blog. Orlando é uma cidade que eu conheço relativamente bem – já viajei algumas boas vezes pra lá e já trabalhei alguns meses na Disney há uns anos atrás. Então pode confiar em mim que é sucesso garantido e você vai arrasar nas compras!

Rifle Paper Co.

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Foto original: Electric Nectarine

A Rifle Paper foi criada pelo casal Anna e Nathan Bond em 2009 em Winter Park, na Florida. De carro, dá aproximadamente uns 20 minutos da região turística da International Drive – e vou reforçar que vale muito a pena essa mini-viagem. Tudo é produzido a mão no estúdio deles e os materiais são de altíssima qualidade. Eu sou apaixonada pelo trabalho da Anna e inclusive tenho um dos livros que ela ilustrou para a coleção da Puffin in Bloom (se quiser saber mais, recomendo esse post da Mel onde ela mostra a coleção completa), então realmente não poderia deixar de recomendar essa loja MESMO. Os preços não são os mais amigáveis, mas vira e mexe rolam promoções bacanas por lá.

Endereço: 558 W New England Ave, Nº 150 – Winter Park, FL 32789
Preço: $$$$$

The R. Nichols Shop

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Foto original: The R. Nichols Shop

Criativa e original, essa é provavelmente uma das minhas lojas prediletas da cidade. Os designs são inspirados através de colagens feitas pelo próprio R. Nichols e são as coisinhas mais lindas, sem exageros. Tudo bem delicado e em um ambiente super clean que realça ainda mais os produtos expostos. Se você quiser algo ainda mais pessoal, existe a oportunidade de criar materiais personalizados! Atualmente meu sonho de consumo são as velas e os adventure journals se alguém quiser me dar eu não ligo.

Endereço: 2910 Corrine Dr – Orlando, FL 32803
Preço: $$$$$

Papyrus

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Foto original: Mall at Millenia

Geralmente quem vai junto com alguma excursão, nem sempre consegue visitar os lugares mais afastados. Se esse é o seu caso, fique feliz porque a Papyrus é a sua solução! Localizada no Mall at Millenia, a loja é recheada de bloquinhos divertidos, cartões, post-its, journals e tudo mais que você puder imaginar – tudo muito bonito, elegante e divertido.

Endereço: 4200 Conroy Rd (Mall at Millenia) – Orlando, FL 32839
Preço: $$$$$

Lure Paper Goods

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Foto original: Workerbird

Com estampas mais ousadas e descoladas, essa loja é pra você que gosta de ter caderninhos e materiais bem diferentes. Quem vê a fachada da loja por fora nem imagina! Se você também estiver procurando algum pôster legal para enfeitar o quarto ou o home office, a Lure é uma excelente pedida.

Endereço: 1009 Virginia Dr – Orlando FL, 32803
Preço: $$$$$

Target

Eu sei que a Target não é uma papelaria, migos – não precisa vir aqui me lembrar disso, ok? Mas lá tem realmente MUITA coisa legal na área de papelaria e muita pechincha MESMO. Tem várias ofertas por U$1 que faz qualquer apaixonada por papelaria ir ao delírio. E o melhor de tudo: dá pra comprar sem culpa porque o precinho é amigo.

Endereço: 4750 Millenia Plaza Way (Próxima ao Mall at Millenia) – Orlando, FL 32839
[Sim, existem outras mas essa é a que eu acredito que seja mais fácil de chegar e é enorme!]
Preço: $$$$$

Vocês já conheciam alguma dessas lojas? Conhecem alguma outra loja de artigos de papelaria legal em Orlando? Vamos trocar experiência, galera. Se forem viajar pra lá nos próximos meses, me contem se as dicas foram úteis! E se vocês quiserem saber mais alguma outra coisa relacionada: é só pedir. Bisous et à bientôt!

Planner “Live The Life You Have Imagined”

Em 02.09.2015   Arquivado em Compras, Pessoal

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OLAR! Quem me segue no Twitter e no Instagram provavelmente já viu algumas fotinhos do meu novo xodó – esse planner super lindo e motivacional para 2016. Eu tenho uma amiga gringa, dos meus tempos de trabalho na Disney, que virou life coach e faz vários grupos legais no Facebook. Resolvi participar de um dos desafios saudáveis dela – escolhi um que era pra atingir a meta diária de ingestão de água e outros líquidos. Não que eu beba pouca água, mas eu nunca chegava ou ultrapassava 2 litros. Aliás, aprendi a calcular a quantidade ideal de líquidos pro meu corpo – e pasmei que vai além dos famosos 2 litros. Enfim, não vim aqui falar disso. Aprendi muita coisa bacana, interagi muito e tal. Apenas por participar. Só que eu não sabia que ela premiava os participantes e fiquei super feliz com a inbox e o gift card do Amazon que ela me mandou no final da experiência. Inspirada por ela – que tem um monte de planners fofinhos e ultra organizados – eu resolvi me aventurar com um planner para 2016 e escolhi essa belezinha aí pra chamar de minha. Como bastante gente me pediu pra mostrá-lo por dentro, aproveitei pra tirar algumas fotos aqui pro blog.

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Para a minha felicidade minha ansiedade também agradece, o planner na verdade começa no mês de agosto desse ano – ou seja, eu mal recebi e já comecei a usar! O conteúdo foi todo ilustrado pela artista americana Becca Cahan e eu não poderia ter escolhido inspiração melhor: é um lettering mais maravilhoso que o outro! Pra quem curte, vale a pena dar uma olhada no website (e na loja!!!!) dela.

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A divisão do planner é semanal, com um espacinho relativamente pequeno para cada dia. Como eu não sou uma pessoa tão prolixa assim para anotar minhas atividades, achei ideal. Aliás, gosto bem mais do que aquela divisão diária estilo agenda de colégio. No final, tem espaço para anotações, metas pra 2017, calendários e muito mais. Tudo muito lindo e muito bem diagramado.

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Como eu falei lá em cima, eu pedi o meu pelo Amazon e acabei pagando só o frete mesmo. Mas acho que até está à venda em outros lugares também. Mas como eu sou miga legal que dá dicas: a Becca fez uma promoção no instagram dela onde ela vai sortear um planner igual ao meu amanhã! Corre que dá tempo de participar e é super simples!!!!

E aí, o que vocês acharam? Vocês usam coisinhas assim pra se organizar também? Onde vocês costumam comprar? Eu adoro essas coisas de papelaria gente, pode mandar dica pra mim que nunca é demais. Bisous et à bientôt!

Blog Day 2015!

Em 31.08.2015   Arquivado em Internet, Rotaroots

OLAR! Não sei que bruxaria anda rolando, mas apesar de agosto não ter fim meus dias parecem que não têm horas suficientes para fazer tudo o que eu preciso. Sim, eu deveria me organizar – fácil falar, né mores? Porque eu juro que tô tentando mas tá difícil. Nem preciso dizer que o BEDA morreu no meio do caminho, né – porém tô feliz com o saldo de posts do blog, afinal o que vale é participar. Além da falta de tempo, a blogosfera voltou a me desanimar em grande escala. Os motivos são inúmeros. Mas hoje é um dia bacana e eu não vim aqui pra reclamar, sério. Apesar dos pesares, ainda tem muita gente que dissemina conteúdo bacana e fofura por aí e são essas pessoas que me dão um puta gás pra não acabar com o blog de vez. Queria fazer uma lista enorme igual fiz no ano passado – indicando 31 blogs – mas não vai rolar. Então, estabelecendo uma meta mais realista, separei os cinco blogs que eu mais tenho acessado nos últimos tempos.

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Amargareska

Não lembro como conheci a Mareska, acho que foi no Twitter ou no Rotaroots – mas não importa. Eu acabei me viciando no blog dela porque tem sempre indicação bacana de livro, histórias engraçadas e uma bela dose de sarcasmo. Lá você não vai encontrar posts genéricos e falta de personalidade, garanto.

Celle Coelho

Eu já acompanhava o blog da Celle antes, mas depois dessa última repaginada ela começou a se dedicar ainda mais e postar conteúdos supimpas com mais frequência – e eu obviamente tô vidrada nessa nova fase. Fora que a Celle é miga como a gente (♡), dá altas dicas bacanas e ama um bom chá – então aproveitando a deixa, se você curte chás e tem alguma recomendação bacana pode mandar um ~olar~ pra gente, viu? Tô falando sério.

Katharine Padilha

Também não lembro como conheci a Kat (sim, minha memória é excelente) mas ela é uma querida. O blog dela é super inspirador pra quem curte design – e ouso dizer que atualmente tem um dos meus layouts prediletos. Muito conteúdo bom, dicas super úteis e de quebra um visual que agrada aos olhos. Ela fez um intercâmbio em NY recentemente e tem muita coisa bacana sobre a viagem por lá também! Me conquistou e eu garanto que vai conquistar vocês também.

Good News Every Day

A Mari eu conheci por conta do Rotaroots e tive a oportunidade de conhecer pessoalmente na oficina de aquarela que nós participamos no QG da Kipling! Além de ser uma das blogueiras mais fofinhas que eu conheço (dá muita vontade de colocar num chaveirinho, gente!!!) o blog dela é recheado de vídeos divertidos (assistam o Cakeface Challenge!), resenhas legais e é claro: muitas dicas úteis. Pareço disco quebrado? Talvez, mas eu valorizo muito quem tira um tempinho pra ajudar a galera na internet.  Ainda mais quando é tudo feito com carinho e dedicação!

Melhor Não Falar Nada

O que dizer do blog da Bessie que eu mal conheço e já considero pacas? Dessa lista, provavelmente é o que eu descobri mais recentemente e foi amor à primeira vista, migos. O blog é todo delicado, clean e com fotografias super legais! O conteúdo é super variado mesmo, o que eu adoro! Particularmente adoro quando a pauta é beleza e já descobri vários produtinhos no blog, super recomendo!

Pra finalizar, queria agradecer a todo mundo que acompanha e apoia o blog – principalmente a galera que tira um minutinho pra comentar ou mandar inbox no facers. De verdade. Até você que está aí me lendo mas morre de vergonha/medo/preguiça de comentar. Obrigada a todas as migas queridas e inspiradoras que fiz nesses dois anos de blog. E chega de agradecer porque se não esse post vai parecer o discurso do Kanye West ontem no VMA. Quais blogs vocês tem lido com mais frequência nos últimos tempos? Me contem!! Bisous et à bientôt!

Patty no Canadá #4: Imprevistos (BEDA #24)

Em 24.08.2015   Arquivado em Intercâmbio, Turismo

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Eu tenho um sexto sentido, uma coisa meio mãe Dináh, que realmente me assusta. Principalmente quando o assunto é viagem. Lembra lá no primeiro post que eu fiz sobre a minha viagem que imprevistos acontecem? Pois é, meus caros – aconteceu. Se nada der certo na vida, definitivamente estou apta para abrir uma tendinha na Avenida Paulista pra ganhar uma grana lendo o futuro alheio. Por enquanto, aconselhamentos e previsões via inbox no facers ou DM no twitter, tá? E não, eu não trago o seu amor em três dias. Risos.

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O que houve?

Por motivos de força maior, a minha amiga teve que adiantar a viagem dela agora pro mês de outubro e eu não posso acompanhá-la por causa do trabalho e da pós. Ou seja: vou viajar sozinha, meu povo. Como a data que a gente tinha agendado não era das melhores pra mim, eu remarquei meu curso para janeiro – o que fez com que metade dos meus planejamentos voltassem à estaca zero.

Como isso vai afetar o intercâmbio?

Primeiramente: dinheiro. Eu tinha feito todo um plano com base na data que eu ia viajar, separando dinheiro aos poucos, dividindo as despesas e tal. Eu ia conseguir levar uma grana bacana pra conseguir viajar bastante pelos arredores de Vancouver e possivelmente fazer algumas comprinhas (quem não gosta, né?). Agora como vou três meses antes do previsto, vou levar uma quantia de grana bem inferior e vou ter que repensar seriamente meus gastos por lá.

Segundo: clima. Abril é primavera no Canadá, janeiro é inverno. Janeiro chove pencas. Tirando a chuva, eu realmente prefiro temperaturas mais baixas – mas eu nunca passei tantos dias com temperaturas negativas igual irei encarar lá. Tô animada? Tô sim, mas também tô com receio de não conseguir usufruir tão bem a cidade como eu gostaria.

Terceiro: meu aniversário. Já passei meu aniversário fora antes? Já sim, mas sempre com uma galera conhecida junto. Claro que irei fazer amizades por lá e tal, mas bate aquele medinho do dia acabar não sendo tão legal. Sei que é uma neura meio besta, mas eu tenho. Meu jeitinho.

Quarto: host family. No plano original, nós iríamos ficar em quartos separados mas na mesma casa. Então por mais que fosse uma experiência diferente, ficar na casa de uma família desconhecida e tal, eu não estaria 100% sozinha nessa aventura. Cogitei seriamente mudar meu pacote pra uma residência estudantil – mas ia acabar saindo mais caro e eu é que não vou bancar essa diferença a essa altura do campeonato. Torçam para que eu pegue uma família bacana, migos.

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Resumindo: eu vou mais cedo do que eu esperava e a ansiedade está batendo solta. Sempre falo em todo post mas não custa lembrar, se você já viajou pra lá me mande dicas por favorzinho!!!! Vale tudo: transporte, comida, dicas de passeios, roupas…qualquer informação é bem vinda! Bisous et à bientôt.

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BEDA #23: Paper Towns, John Green

Em 23.08.2015   Arquivado em Livros, Resenha

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OLAR! Tá tendo uma overdose de John Green no blog (e na minha vida) essa semana? Tá sim e se reclamar vem em dobro. Eu demorei pra me render aos livros do John, confesso – eu tinha uma pirraça enorme do trabalho dele por causa do hype de The Fault In Our Stars (A Culpa É Das Estrelas), inclusive eu já contei isso aqui antes nesse outro post. E apesar de ter gostado muito de TFIOS, eu decidi esperar um tempo considerável antes de ler outros livros do John.

A Tay, do Nerdiva, já tinha me recomendado Paper Towns ano passado por causa da história se passar em Orlando – uma cidade que eu já morei e considero pacas – mas ainda sim eu não estava 100% convencida a ler. Com o lançamento do filme vindo à tona eu decidi que ia finalmente ler e fui procurar uma edição bonita pra chamar de minha. Sim, sou dessas que escolhe edições bonitas pra comprar e ninguém pode me julgar. Quando encontrei essa no Book Depository (comprando através desse link você me ajuda a comprar mais livros, yay!) não resisti e decidi que ela tinha que ser minha – mesmo sendo hardcover (sim, eu sou estranha e prefiro livros em paperback). Antes de começar a falar da história em si, vou mostrar um pouco dessa belezinha pra vocês!

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Sinopse: Quentin Jacobsen tem uma paixão platônica pela magnífica vizinha e colega de escola Margo Roth Spiegelman. Até que em um cinco de maio que poderia ter sido outro dia qualquer, ela invade sua vida pela janela de seu quarto, com a cara pintada e vestida de ninja, convocando-o a fazer parte de um engenhoso plano de vingança. E ele, é claro, aceita.  Assim que a noite de aventuras acaba e um novo dia se inicia, Q vai para a escola e então descobre que o paradeiro da sempre enigmática Margo é agora um mistério. No entanto, ele logo encontra pistas e começa a segui-las. Impelido em direção a um caminho tortuoso, quanto mais Q se aproxima de Margo, mais se distancia da imagem da garota que ele achava que conhecia.

Honestamente, eu não compraria esse livro pela sinopse em português – parece uma descrição da chamada de um filme da sessão da tarde. Pra mim isso é motivo o suficiente pra passar longe da tradução (que creio eu, deve estar no mesmo naipe), mas infelizmente essa não é uma opção viável pra todo mundo. Voltando ao foco desse post, a primeira impressão que muita gente tem é a de que Paper Towns é um romance. ATENÇÃO: ESSE LIVRO NÃO É UM ROMANCE YA MELOSO. Continuem lendo que vocês entenderão o que eu to dizendo.

John Green construiu uma história de um jeito muito inteligente; a forma como a narrativa é conduzida – através de pistas – motiva o leitor a continuar lendo e ajuda a equilibrar brilhantemente o humor com todo o mistério em torno da aventura de Q em busca de Margo. Os personagens são bem elaborados – inclusive os secundários – e são fáceis de criar laços de identificação.

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Como mostrei nas fotos acima, o livro é dividido em três partes. Cada uma delas simboliza a metáfora utilizada naquela parte do livro – que podem ser observadas de diversas formas no texto. A primeira parte, The Strings (Os Fios), lida com rompimentos, perdas e mudanças irreversíveis. A segunda, The Grass (A Relva não me pergunte de onde saiu essa tradução), trata sobre amizades, família e memórias. E por fim, a terceira parte – The Vessel (O Barco) – que é sobre jornadas e destinações. Essa divisão elevou o patamar do livro imensamente ao meu ver; eu que costumo ler bastante Young Adult, nunca tinha me deparado com algo assim antes voltado especificamente para esse público. Não é à toa que elogios ao John Green chovem sem parar: não consigo imaginar nenhum outro autor do gênero criando uma harmonia entre metáforas e discussões importantes sem perder o balanço e a leveza da história.

E falando em discussões importantes, pra mim, o ponto forte desse livro é o debate sobre identidade. Margo é idealizada de formas distintas por cada personagem do livro e a sensação que eu tive durante a leitura é de que ela realmente era muito mais uma ideia do que uma personagem em si. A medida que em que a complexidade de Margo aumenta, a visão dos personagens (e por muitas vezes a nossa também) sobre ela começa a mudar – até a fatídica realização de que ela é apenas mais uma pessoa como eles e como nós.

Vi muitas resenhas por aí dizendo que a história não tem nada demais e o livro não tem nada de surpreendente. Isso me decepciona muito e me faz refletir sobre o quão rasa tem se tornado a literatura da nova geração. Tudo o que difere de um final bonito e previsível é extremamente crucificado. Claro, ninguém é obrigado a amar o livro – só que o mínimo esperado são críticas bem elaboradas. O livro poderia sim melhorar em alguns pontos, não nego, mas até o momento eu colocaria ele facilmente no meu top 3 de livros YA. Um forte concorrente a se tornar meu livro predileto do John (comecei a ler Looking For Alaska essa semana, veremos).

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Sei que essa resenha tá enorme e muita gente já desistiu ou está querendo me matar a essa altura do campeonato, mas eu tenho só mais uma coisinha pra comentar. Juro. No final do livro, nessa edição que comprei, são propostas várias questões para debater e refletir sobre o livro. Não sei se está presente em todas as edições disponíveis no mercado, mas achei uma iniciativa muito interessante, de verdade. Não achei ninguém ainda que quisesse conversar comigo, se alguém quiser se voluntariar é só me chamar aqui nos comentários ou em alguma das minhas redes sociais. Tô falando sério! Ah, nessa página aqui o John comenta um pouco sobre essas e outras questões – vale a pena a leitura.

Título: Paper Towns (Cidades de Papel)
Autor: John Green
Editora: Bloomsbury
Ano: 2008
Páginas: 320
Nível de amor: ♥♥♥♥♥

E aí, quem já leu? O que vocês acharam? Alguém já viu o filme? Eu não assisti ainda porque queria terminar o livro primeiro e tô louca pra ver! Contem suas impressões para mim. Bisous et à bientôt!

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