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Tecnologia

Favoritos #3

Dessa vez dei um olé na minha própria tag e não vai ter produtos de beleza não. Vou falar de uma coisinha que facilita pacas a nossa vida e eu sou ligeiramente obsessiva: aplicativos. Eu amo futricar na app store e eu tô sempre testando algum aplicativo novo. Sou o pesadelo das pessoas basiconas e devo ter fácil uns 100 apps no celular – e uso a grande maioria deles. Escolhi os que eu mais tenho usado recentemente pra compartilhar aqui com vocês.

A Color Story // Fotografia & Edição

color-story

O app foi criado pelas meninas do blog A Beautiful Mess – que já possuem outros dois apps maravilhosos – e eu estou viciada pelo simples fato dele possuir uma interface simples, ter ferramentas tão boas quanto o VSCO e o Lightroom, dar a opção de criar seus próprios presets e também ter filtros incríveis que valorizam muito as cores vibrantes das imagens.

Headspace // Meditação & Mindfulness

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Eu descobri esse app através de uma entrevista da Emma Watson e achei fantástico. O download é gratuito, porém, grande parte do conteúdo é pago. Eu não senti a necessidade de comprar pacotes adicionais, mas existem meditações para todos os tipos de situações e necessidades, muito completo. O único porém é que é tudo em inglês, e eu nunca vi nenhum aplicativo semelhante em português. São os 10 minutos mais bem aproveitados do seu dia, eu garanto.

Apple TV Remote // Utilidades

appletv

Uma das coisas que eu mais odeio na minha Apple TV é aquele controle prateadinho maldito que é uma treva pra digitar. Já desisti várias vezes de usar por pura preguiça. Até que, passeando aleatoriamente pela App Store, descobri que você pode sincronizar o iPhone e usá-lo como controle. Apenas maravilhoso. 10/10 recomendo.

Watch ESPN Brasil // Esportes

espn

Eu sou fanzoca de futebol americano e quem me segue em alguma rede social deve saber que eu quase nunca perco um jogo do meu time, o Dallas Cowboys. Agora que descobri que da pra assistir os jogos pelo aplicativo ao vivo eu não perco mais nenhum jogo MESMO. E ainda rola reprise depois. Sensacional.

E aí, quais aplicativos vocês tem mais usado? Me recomendam algum? Me contem aí que tô curiosa!

Textão

Você não precisa idealizar o amor alheio

casal

Eu não estou aqui para ditar verdades sobre relacionamentos alheios. Afinal, eu sou aquariana e se tem uma coisa que eu escuto com frequência é que eu tenho uma visão um tanto quanto gélida da vida a dois. Talvez eu tenha mesmo, não vou desmentir isso não. Entretanto, isso não vem ao caso. Recentemente, vários relacionamentos famosos vem chegando ao fim e a comoção nas redes sociais é inevitável. Eu não sou de escrever textos sobre o assunto, acho que nunca postei nada do tipo nos meus anos de blogosfera, mas dessa vez fiquei afim de deixar alguns pontos no ar e quem sabe ter uma conversa bacana com quem tirar um tempinho pra me ler aqui. Então vamos analisar o casal do momento: Angelina Jolie e Brad Pitt.

Brangelina – o começo

Aproximadamente uma década atrás, para quem não recorda detalhes, o Brad Pitt era casado com a Jennifer Aniston. Os dois se conheceram em 1998 e se casaram nos anos 2000. Eram o casal dos sonhos – aquele que todo mundo almejava ser um dia – e por muitos anos o casamento foi considerado um sucesso Hollywoodiano. Em 2005, com as gravações do filme Sr. e Sra Smith, Brad Pitt se envolveu com sua co-estrela Angelina Jolie. Não, a culpa não é dela. A culpa, meus caros, não cabe a nós discutir. Em 2006, Angelina engravidou de seu primeiro filho com Brad e a mídia foi à loucura. Brangelina estampava toda e qualquer revista de fofoca possível e imaginável. Depois de 7 anos juntos – considerados um dos casais mais poderosos da atualidade – eles noivaram em 2012 e posteriormente casaram em 2014. O resto vocês já estão carecas de acompanhar, eu presumo.

Team Jen

Se tem uma coisa que ainda divide opiniões na internet – e não deveria – é a maldita rivalidade, vale muito ressaltar que é inexistente, entre Angelina e Jennifer. Parem. Nenhuma é melhor ou pior do que a outra. Mas precisamos falar sobre o outro lado da moeda. Quando falo que não sou apaixonada por Brangelina e que sempre tomei as dores da Jennifer Aniston, muitas pessoas me olham torto como se eu fosse um alien rosa neon oriundo de Plutão. Como vocês se sentiriam nessa situação? Definitivamente não imagino, mas não deve ser nada agradável passar por um término tão público incluindo uma traição. Então sim, tenho empatia pela Jennifer. A vida seguiu? Sim. Ela aparentemente está num relacionamento muito melhor? Sim. Então ótimo, mas nada disso invalida o que ela passou.

Tá tudo bem não idealizar e romantizar o amor alheio

Você não é uma pessoa babaca por não se sentir triste ou ser indiferente ao divórcio alheio. E vice-versa. Se isso te acomete por algum motivo, vale a pena tirar um momento para entender o porquê. O que vemos na mídia, e até mesmo nos relacionamentos de pessoas mais próximas, é apenas uma fração do que realmente acontece. Não cabe a você ou a mim julgar nada.

Eu, particularmente, acredito em karma. O que você coloca no universo, de alguma forma, volta pra você. Se você não quer passar por uma situação, não faça outra pessoa passar por ela.

Viagens

Patty viaja #3: Victoria, BC

Eu geralmente sou uma pessoa muito pontual, mas quando eu me enrolo já era. Atraso na certa. Obviamente que isso iria acontecer na minha primeira viagem dentro do Canadá – mas calma, eu já conto mais. Pra quem está chegando aqui agora, eu viajei para Vancouver no ano novo e passei o mês de janeiro todinho lá. E uma das minhas metas dessa viagem era conhecer uma cidade diferente a cada final de semana.

No meu primeiro final de semana – leia-se: os dois dias seguintes a minha chegada – eu já tinha que estar com algo planejado. Como as aulas na ILAC ainda não tinham começado e basicamente tudo estava fechado em ritmo de ano novo, eu decidi não ir muito longe. Como dava pra ir de Ferry e ônibus, eu viajei para a capital da província de British Columbia – Victoria (carinhosamente conhecida como Vic City). Aliás, um muito obrigado tamanho família pra miga Jéssica que me passou todos os nomes e números de ônibus de antemão pra eu não me perder.

Voltando ao dia da viagem: os ônibus em Vancouver são absurdamente pontuais. Quando eu vi aqueles horários bizarros – tipo 7:13 – eu não levei a sério. Ou seja, euzinha paulistana trouxa me ferrei porque vi o ônibus passar por mim enquanto esperava para atravessar a rua. Moral da história: um atrasinho de 2 minutos me fez atrasar uma hora. Porque quando eu cheguei na plataforma que tem o ônibus para o ferry, ele já havia saído e eu tive que esperar uma hora.

Tava um frio do capeta e eu tava sozinha. Então eu fiz o que? Fiquei andando de um lado pro outro fofocando via áudio do whatsapp EM PORTUGUÊS com meu amigo que estava também recém chegado em Toronto. Brasileiro é a famosa praga que brota igual Zubat em qualquer lugar do mundo: eis que estava eu fofocando sobre Tinder e uma brasileira surge do meu lado. A miga era gente fina, também tava sozinha e então ela acabou virando a ~parça~dessa aventura.

até que o rolê não é caro: aproximadamente CAD$33 ida e volta

até que o rolê não é caro: aproximadamente CAD$33 ida e volta

Compramos a passagem e fomos pra salinha de embarque mínima que tinha uma cafeteria muito  da ruim mas que mesmo assim salvou minha pele com um café quentinho. Em compensação a vista era muito bonita e eu não tinha do que reclamar não, mores.

se liga no tamanho desse paranauê

se liga no tamanho desse paranauê

A viagem durou uma hora, eu obviamente fui grudadinha em uma tomada porque sou dessas. Mas reza a lenda que tem lojas, Starbucks e várias outras coisas dentro do Ferry. Não saberei tão cedo se é verdade, porém, no regrets. Chegando no terminal em Victoria, só tretas: eu fui jurando que vendia o day pass pro busão lá – que custa CAD$5 – e não vendia.  Por sorte, o motorista do ônibus foi um querido que falou pra gente comprar o passe quando o ônibus parasse no centro da cidade e nos deixou embarcar.

Só que essa viagem é demoradinha: quase uma hora pra chegar no centro. Chegamos lá na hora do almoço e estávamos morrendo de fome. Para a nossa sorte demos de cara com um The Old Spaghetti Factory e migos, se vocês algum dia forem ao Canadá ou aos Estados Unidos, não deixem de conhecer.

comida boa, preço justo

comida boa, preço justo

Teria sido mais rápido procurar um fast food? Talvez. Mas olha, se tem uma coisa que eu não me arrependo é de perder tempo comendo. Sorry not sorry.  Eu tinha preparado uma lista enorme de lugares pra visitar em Vic City, mas com um timeframe realista não dava pra fazer tudo. Então já risquei tudo que era longe do centro e não desse pra fazer a pé. Incluindo o The Butchard Gardens – um crime, eu sei – que estava fechado por ser inverno e só tinha um rinque de patinação aberto. Um dia ainda volto lá pra explorar tudinho. Então fizemos o turistão tour express – uma visita ao parlamento, ao hotel Fairmont Empress (que é um dos hotéis mais lindos que já vi na vida) e o museu.

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~vista bonitinha da cidade~

Parlamento

Mungo Martin House e euzinha usando literalmente uns 5 casacos

A fachada do hotel estava em reforma mas eu juro que é lindo (mais ainda por dentro)

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Museu Real da Colúmbia Britânica

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muito bonito o prédio do museu <33

Pra compensar a dose de bad karma, quando nós fomos finalmente entrar no museu faltava exatamente uma hora pra fechar. Sei lá por qual motivo, eles não cobraram a nossa entrada que se eu não me engano é de CAD$16. Então peguei um trocadinho que eu tinha na carteira e fiz uma doação pro museu porque, né?

Não vou colocar fotos do museu por dentro aqui porque ele merece um post só dele, de tão maravilhoso que é. Só digo que rodamos tudinho, as três galerias permanentes e as exposições temporárias, e ficamos até o último minuto disponível. Depois foi aquela luta pra achar o ponto de ônibus certo, mas deu tudo certo. Cheguei em Vancouver de boas e viva.

O parlamento aceso parece uma casinha natalina <3

E esse foi meu bate volta pra Victoria mucho loco. Alguém aí já visitou a cidade? Se sim, o que você recomendaria conhecer em uma próxima visita? Eu tô 100% apaixonada pelo Canadá e tô juntando as moedinhas pra voltar, com certeza.

Filmes & TV

Medcezir: o remake turco de The OC

medcezir

Eu tenho uma habilidade fantástica nessa vida que é acompanhar 9873763253272 seriados ao mesmo tempo (e me atrasar em grande parte deles). Então quando fui apresentada, pelo meu amigo chileno, ao remake de The OC – que é uma série que eu AMO e em outubro vai entrar no catálogo do Netflix – eu obviamente pirei e iniciei uma pequena maratona. E eu vou contar um pouquinho pra vocês.

Medcezir, que em turco significa maré, é uma série de TV que foi produzida pela emissora Ay Yapım da Turquia e foi ao ar entre 2013 e 2015. A história é amplamente baseada em The OC e relata a vida de um grupo de adolescentes e suas famílias em Altinkoy – uma parte nobre da cidade de Istambul, Turquia. Esse ano, a emissora chilena Mega comprou os direitos da série e está exibindo a versão dublada em espanhol.

Como eu já precisava de um bom motivo pra aprimorar o meu espanhol (que variava entre triste e mínimo pra sobreviver decentemente), eu resolvi acompanhar a série. E olha, valeu a pena. Vou deixar o trailer aqui para vocês assistirem.

Apesar de lembrar BEM o roteiro de The OC no começo, eu achei que eles fizeram um excelente trabalho em tornar a história interessante e única. A impressão é que você está assistindo um crossover de uma série americana com uma novela mexicana das boas. SO MUCH DRAMA. E de quebra tem uma trilha sonora muito boa que inclusive foi até premiada.

A série é exibida de segunda a quarta, às 23:30 – que agora é o mesmo fuso horário do Brasil. Por razões legais não posso linkar nada aqui, mas se alguém animar assistir e comentar comigo devo dizer que hipoteticamente existem links ao vivo e um site que posta os episódios para streaming e download todo dia seguinte. Hoje vai ao ar o último episódio da primeira temporada e eu estou SURTANDO só de imaginar o quanto terei que esperar até o retorno da segunda temporada.

Vocês acompanham alguma série estrangeira também? Me recomendariam alguma? Contem aí, afinal séries nunca são demais!

Pessoal

Meme escrito

Para uma pessoa que gosta de caligrafia, eu admito que minha letra habitual é bem horrenda. Misturo cursiva com letra de forma, uma zoeira infinita. Já tomei muito esporro até de professores por isso, fazer o que. É o meu jeitinho. Quando vi esse meme no blog da Ba Moretti, eu não resisti e roubei a ideia assim na moral mesmo.

O negócio é simples: são oito perguntinhas que eu respondi a mão no primeiro caderno velho que eu consegui achar no meu quarto. Em tempo: minha letra era infinitamente pior no colégio e na faculdade, imaginem.

meme

Perguntas:

01. Qual é o seu nome?
02. URL do seu blog
03. Escreva: ‘The quick brown fox jumps over the lazy dog’
04. Citação
05. Música favorita (no momento)
06. Cantor/Banda favorita (no momento)
07. Diga o que quiser
08. Indique 3 blogs

Sobre a questão #7: eu tô indo viajar nesse exato momento e vou passar uma semana longe da minha monstrinha – mas ela continua bem safada, ok? Já na última pergunta, eu indiquei três blogs que eu gosto muito de visitar para vocês conhecerem (Mariannan, Wonder Forest e Pigmento F) porque sempre tem conteúdo bacana ou dão aquela inspirada. Mas pra responder esse meme maravilhoso eu indico as meninas Michele (MOBIC), Mareska (Mareska who?) e Poly (Polypop). Na moralzinha, quem quiser fazer também tá liberadex e se quiser me marcar pra eu ler vou curtir pacas.

Beleza Resenha

Resenha: Catastrophe Cosmetic – Lush

Eis que chegou o famigerado dia em que eu juntei os cinco potinhos vazios pra realizar uma troca na Lush. Confesso que nunca tinha testado uma máscara facial fresca antes – afinal, a Mask of Magnaminty é a minha fiel companheira – e eu não tinha a menor ideia de qual iria levar quando cheguei na loja.

Como a Lush é uma loja maravilhosa, a atendente (que infelizmente eu já esqueci o nome porque faz um tempinho considerável) tirou todo o tempo do mundo pra me explicar cada uma das máscaras frescas, suas propriedades e me deixou testar cada uma delas. Não vou mentir, tem umas BEM EXÓTICAS e outras mais tranquilas. Eu optei pela que tinha mirtilos na composição – o cheiro é uma delicinha – e porque ela tem um efeito parecido com a Magnaminty.

A máscara tem uma consistência bem grossinha e é incrivelmente refrescante – e juro que não é pelo fato dela obrigatoriamente ser conservada na geladeira – uma delícia na hora de aplicar. Quando ela começa a secar, parece que você passou uma leve camada de cimento feat. massa corrida na cara. Risos.

eu não tinha nem virado ruiva ainda, HAHA

Ao lavar o rosto fiquei positivamente surpresa: meu rosto ficou com um toque super macio, agradável e fresco. Ou seja, no geral eu gostei bastante e o único inconveniente é ter que guardar o potinho na geladeira (o que pode gerar uma certa preguiça de usar). Como a máscara fresca não deve ser guardada por muito tempo para evitar o ressecamento, já que ela tem uma validade relativamente baixa, usei todo o meu potinho durante cerca de 1 mês e meio.

Vocês já usaram alguma máscara fresca da Lush? Recomendam alguma? Vamos trocar figurinhas porque eu sou louca pra testar mais algumas!

Filmes & TV Resenha

Stranger Things: uma resenha sincera

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~ESSA RESENHA É LIVRE DE SPOILERS~

Na semana em que o Netflix liberou Stranger Things, papeando com a miga Carla do Faltou Açúcar no Telegram ela me recomendou assistir um vídeo sobre a série e eu como boa fanzoca de seriados fiquei na pira de assistir o mais rápido possível. Cheguei em casa, coloquei meu pijaminha, mergulhei no edredom e dei início a famigerada maratoninha. Não vou mentir, achei os três primeiros episódios absurdamente chatos. Logo no primeiro episódio bate uma sensação absurda de déjà vu, parecia um remake compilado de um monte de filmes dos anos 80 (tem até vídeos por aí mostrando todas as referências que aparecem na série) mas o que mais me chamou atenção foi ET, o primeiro episódio tem MUITAS cenas similares ao filme.

Mas como eu sou guerreira e a temporada só tinha oito episódios, eu persisti. Parecia uma criação muito louca do Netflix pra atrair todas as tribos: fotografia descolada, roteirinho de comédia romântica feat. suspense feat. ficção, tsunami de fanservice…tudo bem mediano. E daí chegou o episódio 4 e a coisa ficou séria: apesar de ainda ter que acompanhar o draminha amoroso juvenil da Nancy (olha que euzinha adoro esse tipo de coisa – e não suportei) a história da Eleven começa a aparecer, assim como a história do tal monstro. Agora papo sério, vou deixar casualmente alguns motivos para você acompanhar essa série também.

A ATUAÇÃO DAS CRIANÇAS É SENSACIONAL

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Crianças no elenco é sempre um ponto de tensão: pode ser uó ou pode ser maravilhoso. E olha, foi maravilhoso. A atuação deles é de arrepiar e deixar muito adulto no chinelo – destaque principalmente para a atriz que faz a Eleven e o ator que faz o Dustin. Conquistaram meu coração.

WINONA RYDER DE VOLTA NA SUA TELINHA

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Com tanta inspiração nos anos 80, nada mais justo do que trazer à tona uma das atrizes ícones da época. No seriado, enquanto todos acreditam que seu filho está morto ela não só acredita que ele está vivo como consegue receber sinais dele e até mesmo se comunicar. Ela é taxada de louca até pela própria família e é de partir o coração. Mas garanto que vale cada segundo de aflição.

TRILHA SONORA IMPECÁVEL

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Pra quem curte um classic rock a trilha sonora é simplesmente impecável. Sem palavras, tudo muito bem escolhido e ainda com uma vibe bem nostálgica. Quer mais? O Spotify é tão mozão que fez uma playlist completa pra você curtir! Para ouvir, basta clicar aqui.

E aí, ficou com vontade de assistir também? Já assistiu e quer comentar com alguém? Só me procurar nas minhas redes sociais que eu vou adorar conversar sobre a série! CRUJ, CRUJ, CRUJ, TCHAU!

Internet Nerdices

Hello – a nova rede social do criador do Orkut!

Quase dois meses sem dar as caras por aqui, eu sei. Mas agora que eu finalmente estou livre da minha monografia, vou voltar a escrever aqui porque acreditem: eu sinto falta. Mas vamos falar de coisa boa, vamos falar da nova rede social do criador do Orkut: Hello Network. Apesar de lançar oficialmente no Brasil apenas em agosto, eu consegui baixar o app de antemão* e já estou testando há algum tempinho. Se você tá curioso pra saber o que rola por lá, chega mais que eu vou mostrar um pouco da minha experiência até o momento.

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O cadastro é super rápido e intuitivo e tem esse visual meio revista em quadrinhos, o que particularmente eu achei bem legal. Assim que você termina, ele sugere que você faça um teste de personalidade – sua personalidade ficará em destaque no seu perfil e será um dos fatores que determina sua compatibilidade com os outros usuários da rede. Sempre que você se deparar com personalidades diferentes, você pode ler sobre elas ao clicar em cima do símbolo.

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A primeira imagem é um pedaço do meu perfil: no topo direito aparece a minha personalidade (quando você visita o perfil de alguém aparece o quão compatível vocês são em uma escala de 0-100 ao lado), no lado esquerdo sua localização, aniversário (que pode ser ocultado) e idade e embaixo você pode escrever uma mini bio de até 140 caracteres, além de aparecer suas personas e a possibilidade de preencher alguns campos sobre você no melhor estilo retrô do Orkut. O Hello funciona como uma espécie de jogo: a medida que você vai interagindo na comunidade, você vai avançado de nível. Na segunda imagem, é o meu mapa que compara a minha jornada com a dos meus amigos – quem joga Candy Crush vai ter uma espécie de déjà vu. Além do mapa, você pode acompanhar sua evolução em cada tipo de interação, quanto falta para você avançar e quais são as recompensas do próximo nível a ser atingido.

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Apesar de ter achado bastante intuitivo de mexer, o aplicativo tem um guia para novos usuários – o que eu achei bem bacana pra ajudar aquela galerinha mais perdida. O Hello é uma rede social feita para as pessoas se conectarem através de suas paixões, que são chamadas de personas (que são aquelas bolinhas que aparecem no seu perfil). Na prática, é como se fosse um instagram separado por nichos. O seu feed de imagens – que se chama folio –  é gerado através do conteúdo dos seus amigos e algumas recomendações baseadas no seu gosto. Você pode vê-lo por completo ou navegar apenas em uma persona específica.

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As postagens se chamam jot, e ao editá-las você tem a opção de colocar um texto por cima da imagem, escolher as personas relacionadas ao conteúdo e tornar seu jot popular ou incógnito (cada uma dessas duas opções custa 100 moedas). As pessoas que mais interagem e produzem conteúdo dentro de uma determinada persona se tornam líderes – no momento eu sou líder de duas personas: viajante e amante de vinhos que cá entre nós diz bastante sobre mim, né nom?

UM VÍDEO MAROTO SOBRE O HELLO (EM INGLÊS)

 

MOTIVOS PARA DAR CERTO

No pouco tempo que estou na rede social, realmente deu pra notar a interação entre os usuários. A estrutura do aplicativo facilita e estimula essa interação, e isso é muito bacana – diria até que já fiz algumas amizades por lá! Outro aspecto que me chamou a atenção é a possibilidade de selecionar o tipo de conteúdo que você quer consumir. Ao escolher as personas que você quer acompanhar, você delimita o tipo de conteúdo que aparece no seu feed (folio) e isso torna a experiência super agradável – particularmente eu estou amando ver fotos de cachorros o dia todo.

 

MOTIVOS PARA DAR ERRADO

Uma das coisas que tem me incomodado MUITO durante a minha experiência é o descaso da rede com direitos autorais das imagens publicadas. Existem muitos usuários roubando imagens da internet e as usando sem permissão apenas para ficarem populares na rede. Eu sozinha já fiz inúmeras denúncias e uma que me chamou muito a atenção foi um usuário que pegou as fotos extremamente populares do Murad Osmann e postava como sendo suas. Esse já é um problema relativamente grande e a rede nem foi lançada no mundo inteiro, se o Hello continuar leviano com as denúncias vai acabar incentivando ainda mais aquele pensamento de que a internet é terra sem lei. Se o Hello permanecer assim, os produtores de conteúdo original vão acabar deixando a rede de lado e vão procurar novos locais para divulgarem seus conteúdos.

Resumindo: eu to gostando bastante, a rede tem muito potencial para evoluir e conquistar seu espaço. Existem muitos fatores a serem pensados e mudanças a serem feitas, isso não resta dúvida. Não acho que vá ser o novo facebook, a proposta é totalmente diferente. E claro, se alguém aí por um acaso já tiver se cadastrado por lá é só me adicionar! Se quiser saber mais, tô sempre postando sobre a rede no meu twitter uns updates sobre a minha experiência – me segue por lá!

 

* OBS: eu consegui baixar o app porque minha conta da app store é americana e eu ainda tinha meu número de celular canadense ativo *

Beleza

Favoritos #2

favoritos do mês <3

Decidi que esse lance de compartilhar meus favoritos vai ser mensal mesmo e, só pra variar, escolhi mais uns produtinhos de beleza PORQUE SIM. Como vocês sabem eu sou rata de perfumaria, sou dessas que passa horas em lojas só vasculhando as novidades e ainda troco altas ideias com as vendedoras pra descobrir uns lances maneiros. Um dos produtos foi indicação da vendedora lá do Dufry do aeroporto de Guarulhos, então um beijo pra essa linda que eu esqueci de perguntar o nome. Os outros foram acaso do destino mesmo.

1. ÁGUA MICELAR – L’ÓREAL

Um dos meus maiores pavores é remover maquiagem. Confesso que por muitos anos eu dormia maquiada mesmo porque sou do time da preguiça, o que acaba com a pele. Quando resolvi tomar rumo na vida, testei uma infinidade de produtos (sério, até aquele truque do shampoo) e acabava no combo lencinho + removedor bifásico pros olhos. Além de não sair 100% a maquiagem, muitas vezes minha pele ainda ficava com aspecto oleoso depois. Ganhei uma amostra da água micelar da Bioderma e gostei porém achei o precinho salgado. Daí, em uma das minhas idas à farmácia eu descobri essa versão aí da L’Óreal e foi 100% amor, galera. Na maioria dos lugares custa R$ 29,90 (200ml) e tem um excelente custo benefício se comparada com a da Bioderma ou a da La Roche-Posay. Na minha opinião, ela remove a maquiagem até melhor do que as outras! Se você usa pouca maquiagem, provavelmente uma passada já removerá tudo – inclusive delineador e rímel a prova d’água. Como eu uso um belo reboco digno de drag queen, com umas duas ou três passadas tá tudo limpinho. E a pele fica fresquinha e sem aquele brilho de demaquilante horrível. Já dei a dica no snap, tô no meu segundo vidrinho e não poderia deixar essa dica faltar por aqui.

2. SPRAY DE ÁGUA TERMAL – LA ROCHE-POSAY

Eu nunca levei fé nesse lance de água termal, eu jurava que era uma das maiores frescuras do universo. De uns tempos pra cá, algumas maquiadoras que eu sigo no YouTube sempre mostravam esse produto em suas rotinas e a minha curiosidade foi despertada. Dei uma pesquisada, vi que de fato ela possui uma composição diferente mas ainda tava sem coragem de gastar meu rico dinheirinho com: água. Quando eu tava voltando do Canadá, vi que tinha uma área da La Roche-Posay no Dufry e fui dar uma espiadinha porque me amarro nos produtos da marca. Daí a tal vendedora, muito gente fina e supimpa me deu uma mega aula sobre água termal. Fui convertida e agora não fico mais sem. Além de usar aleatoriamente durante o dia pra manter a pele hidratada, ela pode ser usada como fixador de maquiagem (spoiler: o Fix+ da MAC é basicamente água termal), acalmar alergias e muito mais! Existem várias marcas no mercado (a Lindoya lançou a versão nacional com um precinho até que amigo, quero testar!) e os preços variam bastante, eu paguei U$ 12 mas nas drogarias custa na faixa de R$59,90 (150ml).

3. RETRO MATTE LIQUID LIPCOLOUR – MAC

Sou 100% adepta dos batons líquidos desde que comprei o meu primeiro na LimeCrime há uns anos atrás, quando eu li que a MAC iria lançar também eu obviamente pirei. Aproveitei que tinha portador e logo encomendei o meu na gringa mesmo assim que lançou e esse aí é na cor “Feels So Grand”. Confesso que usei poucas vezes ainda, mas as poucas vezes que usei foram sucesso absoluto. Durabilidade incrível, textura perfeita e recebi vários elogios e perguntas de migas curiosas querendo comprar igual. O precinho é salgado – aqui no Brasil sai por R$86 – mas achei que valeu o investimento e quero muito testar outras cores no futuro.

E aí, vocês já testaram algum desses produtos também? Quais produtos vocês tem curtido recentemente? Quero saber tudo, me contem aí nos comentários pra gente trocar umas dicas! Ah, e se quiserem que eu resenhe algum produto em particular depois em outro post é só avisar.

Internet

5 motivos para usar o Telegram

Quando o WhatsApp foi bloqueado pela primeira vez eu baixei o tal do Telegram. Simpático, legalzinho e até usei por uns dias depois que a situação normalizou. Meus amigos pararam de usar e consequentemente o app acabou ficando de lado. Com o retorno triunfal do bloqueio do WhatsApp no Brasil essa semana, eu resolvi investir um tempinho explorando a concorrência e me apaixonei de vez pelo Telegram. Como muita gente ainda não sabe das funcionalidades supimpas do aplicativo, criei esse post aqui pra dar algumas dicas e convencer você aí a adotar o Telegram também!

1. Stickers

ttelegram-stickers

Quando descobri os stickers me senti de volta a 2005 nos tempos áureos do MSN. É super fácil de usar e de instalar, você pode “roubar” dos amigos (basta dar um double click), baixar ou até mesmo criar os seus. Meus favoritos do momento: Rihanna, DiCaprio e Paola.

 

2. VERSÃO DESKTOP E TABLET

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Ou seja: dá pra usar em tudo que é lugar. Fora que além de rápido e com um visual bem clean, o aplicativo do desktop interage super bem com os outros (e vice-versa)! Tudo carrega em tempo real em ambos lugares caso você precise e não tem aquela espera ~morte lenta~ que rola em outros apps. Inclusive, pontos pra ferramenta de áudio do Telegram que é infinitamente melhor que a do WhatsApp. Pra ficar 100% falta só liberar ligações entre os usuários também.

3. BOTS MANEIRÍSSIMOS

flag

euzinha bem nerd zerei o bot das bandeiras

Eu sempre curti um bot maneirinho, nos tempos áureos do MSN eu trocava altos papos com o robô Ed – beijo pra quem se lembrar disso aí – então nem preciso dizer que vibrei quando descobri que existia isso no Telegram. Tem bot que te dá seu horóscopo diário, tem Poker, tem o quiz das bandeiras,  tem busca de GIFs e muito mais! Para conferir o resto, basta acessar esse site aqui!

 

4. DÁ PRA ENVIAR VÁRIOS TIPOS DE ARQUIVOS

files

Precisa enviar aquele trabalho de faculdade pros migos? Quer enviar um programa? Arquivo .zip ou .rar? Aquele PDF maroto? Pois com o Telegram você pode, jovem Padawan. O envio é bem rápido e NÃO TEM LIMITE DE TAMANHO. De nada.

5. CHAT SECRETO

chat

Quer ter uma conversa sem sofrer o risco de alguém lê-la por acaso depois? Com o Telegram você pode criar um chat secreto que apaga as mensagem automaticamente a cada período de tempo estabelecido por você – variando de segundos a semanas – ou se preferir, dá pra apagar manualmente também.

Eu já adotei o Telegram e se vocês quiserem me dar um alô por lá ou só trocar uns stickers, me adiciona: snpatricia. Vocês conhecem mais funções maneiras do aplicativo? Então compartilha comigo aqui nos comentários!