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Cafés para amar #1: KOF

Fim de semana retrasado eu finalmente consegui dar início ao meu projeto pessoal sim tô meio atrasada aqui, o meu pequeno guia de cafés para amar em São Paulo. Aproveitei que o KOF (King of the Fork) era próximo do local que eu estava e resolvi dar uma passadinha por lá para conhecer.

O local é totalmente inspirado na cultura do ciclismo e é super bacana. Tem local pra estacionar a bike, tem lojinha de acessórios e tem até bike na decoração. Os ambientes – tanto interno quanto externo – são bem aconchegantes e simples.

O pedido você faz no balcão mesmo e eles levam até a mesa pra você. Não sei se durante a semana o movimento é intenso, mas eu fui num sábado à tarde e estava bem lotado, então prepare-se para uma possível espera. Como eu já havia abusado nas guloseimas durante o dia, mantive o meu pedido bem simples: um cappuccino e um pão de queijo. Queria ter experimentado a opção vegana, mas tinha acabado.

O café é muito saboroso e mesmo eu, totalmente leiga e adepta dos cafés malucos e doces da Starbucks, pude notar a diferença. O pão de queijo também é bem gostoso, tudo com uma pegada de sabor caseiro – o que me agradou bastante.

Não vou mentir que fiquei muito tentada a pedir o famoso cookie do local, mas como eu realmente já não aguentava mais ver doces na minha frente aquele dia eu tive que deixar passar. Definitivamente preciso voltar para poder experimentar, não aguento mais ver fotos dele no meu feed do instagram me tentando!

O QUE EU ACHEI?

Preço: $$ – o custo benefício é excelente.
Ambiente: 10/10 – simples, despojado e aconchegante.
Localização: 10/10 – do lado do metrô Fradique Coutinho.
Sabor: 10/10.
Vale a pena ir de novo? Com toda a certeza do mundo!

Olha, esse eu recomendo de olhos fechados. Sim, o local é hypado mas faz jus a fama que tem. E se alguém quiser me fazer companhia na próxima, é só falar – serão sempre bem-vindos. Para acompanhar o projeto em tempo real e saber meus próximos destinos basta procurar a hashtag #guiadocafesp ou me seguir no instagram @itspatriciasn! Acesse a lista completa aqui.

Beleza

Lush Haul + Produtos de Halloween e Natal

Quem me conhece sabe que eu sou ligeiramente apaixonada nos produtos da Lush. No começo do mês eu fiz uma visita à minha loja preferida aqui em São Paulo, a do Shopping Morumbi, e resolvi mostrar um pouquinho pra vocês. Eu adoro os produtos sazonais (principalmente os de Natal) e muita gente sempre me pergunta a respeito, então filmei um pouquinho dos produtos que eles trouxeram esse ano e tô estreando o canal do blog no YouTube! Nos dois dias que visitei a loja eu fui atendida por pessoas maravilhosas, mas a minha memória é ruim pra cacete e eu confesso que esqueci o nome dos vendedores. Se eu não me engano, o que me atendeu no dia que filmei era o Guilherme (migo se eu errei teu nome, perdão) e ele foi mega atencioso e de longe o melhor vendedor que eu já encontrei nos meus passeios pelas lojas.

Minha intenção era apenas repor alguns dos meus produtos favoritos e comprar um outro que eu tava querendo testar. Então eu meio que passei ilesa por todas essas lindezas do vídeo – por enquanto. Porém é certeza que até o final do ano eu ainda vou fazer a festa, aguardem.

Mask of Magnaminty

Condicionador Sólido Sugar Daddy-O

Lemony Flutter

Amostras Shampoos Curly Wurly e Big

A máscara Mask of Magnaminty é provavelmente o meu produto preferido da Lush e eu não vivo sem – quem me segue nas redes sociais já deve estar cansado de ouvir falar sobre ela. Ela é uma máscara facial maravilhosa feita de hortelã que além de esfoliar gentilmente a pele, ajuda a controlar a oleosidade e as espinhas. Eu sou super adepta do shampoo sólido (uso o Jason And The Argan Oil) porque ele é super prático de carregar em viagens e proporciona uma limpeza e brilho incrível no cabelo. Quando vi que existia condicionador sólido também, resolvi me arriscar – já que eu estava prestes a viajar – e comprei o Sugar Daddy-O simplesmente porque ele tem um cheiro maravilhoso (em breve eu faço uma resenha sobre ele!). Por fim, um outro produto que eu sempre quis testar e que tem um custo-benefício bem superior aos similares do mercado (cerinha da Granado nunca mais!) é o Lemony Flutter – que é uma manteiga para cutículas e partes secas do corpo. Como eu tô querendo investir em um shampoo pra uso diário, pedi amostras do Curly Wurly e do Big para testar antes de me comprometer a comprar um potão.

Christingle

Christingle

Amostra Rose Jam e Blousey

No dia seguinte, eu acabei voltando na loja porque minhas amigas estavam passando por SP e queriam visitar a Lush. Na teoria, eu não ia comprar nada…mas o vendedor que nos atendeu esse dia tinha um poder de persuasão absurdo (se virou até no inglês pra ajudar a miga da Alemanha), e fez todo mundo ir à falência. Eu já conhecia o conceito dos condicionadores corporais – que são feitos pra serem utilizados durante o banho – e já havia testado o Ro’s Argan (que tem o mesmo cheirinho do meu shampoo sólido e do Rose Jam). Eis que fui apresentada ao Christingle – que é uma edição natalina azulzinha maravilhosa com cheiro de hortelã, obviamente não resisti. Como durante o dia eu havia comentado com ele que eu amo o Rose Jam, ele me deu uma amostra do gel de banho (que eu ainda estou LOUCA pra comprar e super aceito de presente, migos) e do Blousey – que é um outro shampoo da marca, pra me ajudar na escolha do novo shampoo pra chamar de meu como eu comentei ali em cima.

Eu até queria ter me aventurado das bombas de banho de Halloween, mas como eu quase não uso a banheira aqui em casa – porque ela não fica no meu banheiro – acabei deixando de lado. Mas são todas muito lindas e eu amei a Monsters’ Ball – que é a que eu filmei a demonstração no vídeo! Vocês já testaram algum produto de Halloween da Lush? Me contem! E ah, feliz dia das bruxas, que vocês aprontem muitas travessuras na noite de hoje.

Beleza

EU FIZ: UNHAS DE PORCELANA

Minhas unhas são naturalmente alongadas mas, por incrível que pareça, não consigo deixá-las compridas por muito tempo. Já tentei todo tipo de fortalecimento possível durante os anos, eventualmente elas sempre quebram de uma forma bem dolorosa. Já faz um tempinho que eu estava namorando a ideia de ter unhas stiletto – o pinterest sendo um grande responsável por isso – mas o mais próximo que cheguei com minhas unhas naturais foi em um formato amendoado muito deprimente.

Eu não deveria alongá-las agora – por causa das aulas de piano desculpa, Lê – mas eu não resisti. Aquele monstrinho interior ficou gritando na minha cabeça e eu cedi. Eu queria ter gravado o processo, mas como fui sozinha era meio inviável então registrei por fotos mesmo.

unhas naturais x unhas lixadas

O primeiro passo é quase como uma manicure normal: você ajeita o tamanho das unhas, tira cutícula e lixa. O que diferencia um pouco é que depois a unha é lixada por cima também para remover vestígios de oleosidade. Como eu optei por alongar com formato stiletto, o próximo passo foi escolher as tips que melhor se encaixavam no formato das minhas unhas e prepará-las no tamanho desejado.

Na foto acima as tips já tinham sido coladas e, para deixar o aspecto bem natural, elas são lixadas para que não haja nenhum desnível entre o alongamento e a unha natural. Depois, é aplicado um primer antifúngico para que as unhas possam receber as camadas de porcelana de forma a não acarretar problemas futuros.

Não vou mentir, o processo é demorado e exige paciência – tanto sua quanto da manicure. Foram várias camadas de porcelana e lixa para deixá-las com o melhor aspecto possível. O alongamento de porcelana em si fica com um aspecto poroso – que pode manchar as unhas caso você opte por esmaltes escuros. Um diferencial bacana da minha manicure  é que ela selou o alongamento com um top coat de gel, que de quebra ainda deixou um brilho sensacional nas unhas – permitindo que eu pinte da cor que eu quiser sem manchar as unhas.

No final eu optei por uma cor escura, o café bistrô da Vult, e em casa – depois dessa foto – eu ainda fiz uma filha única com glitter holográfico porque sou dessas mesmo. Gostei demais do resultado mas confesso que ainda estou em processo de adaptação. As unhas são muito resistentes – ao contrário das de gel que eu tive uma péssima experiência – mas eu ainda tenho medo de forçar. Provavelmente quando eu for fazer a manutenção, eu irei encurtá-las um pouco para facilitar a minha vida. Se você está em dúvida entre qual método de alongamento escolher, recomendo 10/10 a porcelana.

No total, as unhas levaram 2h40 para ficarem prontas e foram feitas pela Gi no salão Garra de Gata, aqui em Moema. O alongamento custa R$180 + o custo da manicure normal. Se vocês tiverem alguma dúvida, podem deixar nos comentários que eu tentarei responder. E claro, se vocês quiserem eu posso tentar registrar o processo de manutenção também!

São Paulo

10 Cafés para amar em SP

guiadocafesp

Eu nunca fui chegada em café desde criança, mesmo minha mãe bebendo religiosamente café fresquinho umas duas vezes por dia. Sempre gostei de chá – e pra mim tanto faz ser gelado ou quente, encaro quase todos. Passei a adolescência todinha tentando dar uma chance para o café e nem os anos desesperadores de zumbi na faculdade me fizeram criar o gosto pela bebida.

Ainda estou bem longe de apreciar o café como ele deve ser apreciado: puro. Um dia eu chego lá. Mas do início do ano pra cá, eu não só resolvi dar uma chance pro café como passei a querer bebê-lo. Comecei a sentir a tal vontade de beber um cafezinho.

São Paulo é uma cidade fantástica, recheada de lugares incríveis que surgem em todos os cantos a cada momento. Estou sempre observando amigos e conhecidos partilhando dicas, ou até mesmo passando na frente de alguns locais que me batem uma vontade sincera de conhecer.

Sendo assim, separei 10 locais que pretendo conhecer – ou visitar novamente – nas próximas semanas e montar um singelo guia para você que também quer conhecer uns locais bacanas em Sampa para beber um bom café. Cada local terá um post próprio e essa postagem será atualizada com os devidos links a medida em que eu for realizando as visitas.

AROEIRA CAFÉ
ISSO É CAFÉ
FREAK CAFÉ
CLEMENTE CAFÉ
POR UM PUNHADO DE DÓLARES
KOF
URBE CAFÉ BAR
LITTLE ROCK COFFEE
SOFÁ CAFÉ
THE LITTLE COFFEE SHOP

Quem quiser acompanhar em tempo real pelas redes sociais, basta navegar na hashtag #guiadocafesp ou me seguir no instagram @itspatriciasn. Se vocês já visitaram alguns dos lugares citados, eu aceito dicas do que pedir! E se quiserem indicar algum outro local bacana, será muito bem vindo também! Espero que vocês gostem dessa série de posts que estão por vir!

Tecnologia

Favoritos #3

Dessa vez dei um olé na minha própria tag e não vai ter produtos de beleza não. Vou falar de uma coisinha que facilita pacas a nossa vida e eu sou ligeiramente obsessiva: aplicativos. Eu amo futricar na app store e eu tô sempre testando algum aplicativo novo. Sou o pesadelo das pessoas basiconas e devo ter fácil uns 100 apps no celular – e uso a grande maioria deles. Escolhi os que eu mais tenho usado recentemente pra compartilhar aqui com vocês.

A Color Story // Fotografia & Edição

color-story

O app foi criado pelas meninas do blog A Beautiful Mess – que já possuem outros dois apps maravilhosos – e eu estou viciada pelo simples fato dele possuir uma interface simples, ter ferramentas tão boas quanto o VSCO e o Lightroom, dar a opção de criar seus próprios presets e também ter filtros incríveis que valorizam muito as cores vibrantes das imagens.

Headspace // Meditação & Mindfulness

headspace

Eu descobri esse app através de uma entrevista da Emma Watson e achei fantástico. O download é gratuito, porém, grande parte do conteúdo é pago. Eu não senti a necessidade de comprar pacotes adicionais, mas existem meditações para todos os tipos de situações e necessidades, muito completo. O único porém é que é tudo em inglês, e eu nunca vi nenhum aplicativo semelhante em português. São os 10 minutos mais bem aproveitados do seu dia, eu garanto.

Apple TV Remote // Utilidades

appletv

Uma das coisas que eu mais odeio na minha Apple TV é aquele controle prateadinho maldito que é uma treva pra digitar. Já desisti várias vezes de usar por pura preguiça. Até que, passeando aleatoriamente pela App Store, descobri que você pode sincronizar o iPhone e usá-lo como controle. Apenas maravilhoso. 10/10 recomendo.

Watch ESPN Brasil // Esportes

espn

Eu sou fanzoca de futebol americano e quem me segue em alguma rede social deve saber que eu quase nunca perco um jogo do meu time, o Dallas Cowboys. Agora que descobri que da pra assistir os jogos pelo aplicativo ao vivo eu não perco mais nenhum jogo MESMO. E ainda rola reprise depois. Sensacional.

E aí, quais aplicativos vocês tem mais usado? Me recomendam algum? Me contem aí que tô curiosa!

Textão

Você não precisa idealizar o amor alheio

casal

Eu não estou aqui para ditar verdades sobre relacionamentos alheios. Afinal, eu sou aquariana e se tem uma coisa que eu escuto com frequência é que eu tenho uma visão um tanto quanto gélida da vida a dois. Talvez eu tenha mesmo, não vou desmentir isso não. Entretanto, isso não vem ao caso. Recentemente, vários relacionamentos famosos vem chegando ao fim e a comoção nas redes sociais é inevitável. Eu não sou de escrever textos sobre o assunto, acho que nunca postei nada do tipo nos meus anos de blogosfera, mas dessa vez fiquei afim de deixar alguns pontos no ar e quem sabe ter uma conversa bacana com quem tirar um tempinho pra me ler aqui. Então vamos analisar o casal do momento: Angelina Jolie e Brad Pitt.

Brangelina – o começo

Aproximadamente uma década atrás, para quem não recorda detalhes, o Brad Pitt era casado com a Jennifer Aniston. Os dois se conheceram em 1998 e se casaram nos anos 2000. Eram o casal dos sonhos – aquele que todo mundo almejava ser um dia – e por muitos anos o casamento foi considerado um sucesso Hollywoodiano. Em 2005, com as gravações do filme Sr. e Sra Smith, Brad Pitt se envolveu com sua co-estrela Angelina Jolie. Não, a culpa não é dela. A culpa, meus caros, não cabe a nós discutir. Em 2006, Angelina engravidou de seu primeiro filho com Brad e a mídia foi à loucura. Brangelina estampava toda e qualquer revista de fofoca possível e imaginável. Depois de 7 anos juntos – considerados um dos casais mais poderosos da atualidade – eles noivaram em 2012 e posteriormente casaram em 2014. O resto vocês já estão carecas de acompanhar, eu presumo.

Team Jen

Se tem uma coisa que ainda divide opiniões na internet – e não deveria – é a maldita rivalidade, vale muito ressaltar que é inexistente, entre Angelina e Jennifer. Parem. Nenhuma é melhor ou pior do que a outra. Mas precisamos falar sobre o outro lado da moeda. Quando falo que não sou apaixonada por Brangelina e que sempre tomei as dores da Jennifer Aniston, muitas pessoas me olham torto como se eu fosse um alien rosa neon oriundo de Plutão. Como vocês se sentiriam nessa situação? Definitivamente não imagino, mas não deve ser nada agradável passar por um término tão público incluindo uma traição. Então sim, tenho empatia pela Jennifer. A vida seguiu? Sim. Ela aparentemente está num relacionamento muito melhor? Sim. Então ótimo, mas nada disso invalida o que ela passou.

Tá tudo bem não idealizar e romantizar o amor alheio

Você não é uma pessoa babaca por não se sentir triste ou ser indiferente ao divórcio alheio. E vice-versa. Se isso te acomete por algum motivo, vale a pena tirar um momento para entender o porquê. O que vemos na mídia, e até mesmo nos relacionamentos de pessoas mais próximas, é apenas uma fração do que realmente acontece. Não cabe a você ou a mim julgar nada.

Eu, particularmente, acredito em karma. O que você coloca no universo, de alguma forma, volta pra você. Se você não quer passar por uma situação, não faça outra pessoa passar por ela.

Viagens

Patty viaja #3: Victoria, BC

Eu geralmente sou uma pessoa muito pontual, mas quando eu me enrolo já era. Atraso na certa. Obviamente que isso iria acontecer na minha primeira viagem dentro do Canadá – mas calma, eu já conto mais. Pra quem está chegando aqui agora, eu viajei para Vancouver no ano novo e passei o mês de janeiro todinho lá. E uma das minhas metas dessa viagem era conhecer uma cidade diferente a cada final de semana.

No meu primeiro final de semana – leia-se: os dois dias seguintes a minha chegada – eu já tinha que estar com algo planejado. Como as aulas na ILAC ainda não tinham começado e basicamente tudo estava fechado em ritmo de ano novo, eu decidi não ir muito longe. Como dava pra ir de Ferry e ônibus, eu viajei para a capital da província de British Columbia – Victoria (carinhosamente conhecida como Vic City). Aliás, um muito obrigado tamanho família pra miga Jéssica que me passou todos os nomes e números de ônibus de antemão pra eu não me perder.

Voltando ao dia da viagem: os ônibus em Vancouver são absurdamente pontuais. Quando eu vi aqueles horários bizarros – tipo 7:13 – eu não levei a sério. Ou seja, euzinha paulistana trouxa me ferrei porque vi o ônibus passar por mim enquanto esperava para atravessar a rua. Moral da história: um atrasinho de 2 minutos me fez atrasar uma hora. Porque quando eu cheguei na plataforma que tem o ônibus para o ferry, ele já havia saído e eu tive que esperar uma hora.

Tava um frio do capeta e eu tava sozinha. Então eu fiz o que? Fiquei andando de um lado pro outro fofocando via áudio do whatsapp EM PORTUGUÊS com meu amigo que estava também recém chegado em Toronto. Brasileiro é a famosa praga que brota igual Zubat em qualquer lugar do mundo: eis que estava eu fofocando sobre Tinder e uma brasileira surge do meu lado. A miga era gente fina, também tava sozinha e então ela acabou virando a ~parça~dessa aventura.

até que o rolê não é caro: aproximadamente CAD$33 ida e volta

até que o rolê não é caro: aproximadamente CAD$33 ida e volta

Compramos a passagem e fomos pra salinha de embarque mínima que tinha uma cafeteria muito  da ruim mas que mesmo assim salvou minha pele com um café quentinho. Em compensação a vista era muito bonita e eu não tinha do que reclamar não, mores.

se liga no tamanho desse paranauê

se liga no tamanho desse paranauê

A viagem durou uma hora, eu obviamente fui grudadinha em uma tomada porque sou dessas. Mas reza a lenda que tem lojas, Starbucks e várias outras coisas dentro do Ferry. Não saberei tão cedo se é verdade, porém, no regrets. Chegando no terminal em Victoria, só tretas: eu fui jurando que vendia o day pass pro busão lá – que custa CAD$5 – e não vendia.  Por sorte, o motorista do ônibus foi um querido que falou pra gente comprar o passe quando o ônibus parasse no centro da cidade e nos deixou embarcar.

Só que essa viagem é demoradinha: quase uma hora pra chegar no centro. Chegamos lá na hora do almoço e estávamos morrendo de fome. Para a nossa sorte demos de cara com um The Old Spaghetti Factory e migos, se vocês algum dia forem ao Canadá ou aos Estados Unidos, não deixem de conhecer.

comida boa, preço justo

comida boa, preço justo

Teria sido mais rápido procurar um fast food? Talvez. Mas olha, se tem uma coisa que eu não me arrependo é de perder tempo comendo. Sorry not sorry.  Eu tinha preparado uma lista enorme de lugares pra visitar em Vic City, mas com um timeframe realista não dava pra fazer tudo. Então já risquei tudo que era longe do centro e não desse pra fazer a pé. Incluindo o The Butchard Gardens – um crime, eu sei – que estava fechado por ser inverno e só tinha um rinque de patinação aberto. Um dia ainda volto lá pra explorar tudinho. Então fizemos o turistão tour express – uma visita ao parlamento, ao hotel Fairmont Empress (que é um dos hotéis mais lindos que já vi na vida) e o museu.

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~vista bonitinha da cidade~

Parlamento

Mungo Martin House e euzinha usando literalmente uns 5 casacos

A fachada do hotel estava em reforma mas eu juro que é lindo (mais ainda por dentro)

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Museu Real da Colúmbia Britânica

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muito bonito o prédio do museu <33

Pra compensar a dose de bad karma, quando nós fomos finalmente entrar no museu faltava exatamente uma hora pra fechar. Sei lá por qual motivo, eles não cobraram a nossa entrada que se eu não me engano é de CAD$16. Então peguei um trocadinho que eu tinha na carteira e fiz uma doação pro museu porque, né?

Não vou colocar fotos do museu por dentro aqui porque ele merece um post só dele, de tão maravilhoso que é. Só digo que rodamos tudinho, as três galerias permanentes e as exposições temporárias, e ficamos até o último minuto disponível. Depois foi aquela luta pra achar o ponto de ônibus certo, mas deu tudo certo. Cheguei em Vancouver de boas e viva.

O parlamento aceso parece uma casinha natalina <3

E esse foi meu bate volta pra Victoria mucho loco. Alguém aí já visitou a cidade? Se sim, o que você recomendaria conhecer em uma próxima visita? Eu tô 100% apaixonada pelo Canadá e tô juntando as moedinhas pra voltar, com certeza.

Filmes & TV

Medcezir: o remake turco de The OC

medcezir

Eu tenho uma habilidade fantástica nessa vida que é acompanhar 9873763253272 seriados ao mesmo tempo (e me atrasar em grande parte deles). Então quando fui apresentada, pelo meu amigo chileno, ao remake de The OC – que é uma série que eu AMO e em outubro vai entrar no catálogo do Netflix – eu obviamente pirei e iniciei uma pequena maratona. E eu vou contar um pouquinho pra vocês.

Medcezir, que em turco significa maré, é uma série de TV que foi produzida pela emissora Ay Yapım da Turquia e foi ao ar entre 2013 e 2015. A história é amplamente baseada em The OC e relata a vida de um grupo de adolescentes e suas famílias em Altinkoy – uma parte nobre da cidade de Istambul, Turquia. Esse ano, a emissora chilena Mega comprou os direitos da série e está exibindo a versão dublada em espanhol.

Como eu já precisava de um bom motivo pra aprimorar o meu espanhol (que variava entre triste e mínimo pra sobreviver decentemente), eu resolvi acompanhar a série. E olha, valeu a pena. Vou deixar o trailer aqui para vocês assistirem.

Apesar de lembrar BEM o roteiro de The OC no começo, eu achei que eles fizeram um excelente trabalho em tornar a história interessante e única. A impressão é que você está assistindo um crossover de uma série americana com uma novela mexicana das boas. SO MUCH DRAMA. E de quebra tem uma trilha sonora muito boa que inclusive foi até premiada.

A série é exibida de segunda a quarta, às 23:30 – que agora é o mesmo fuso horário do Brasil. Por razões legais não posso linkar nada aqui, mas se alguém animar assistir e comentar comigo devo dizer que hipoteticamente existem links ao vivo e um site que posta os episódios para streaming e download todo dia seguinte. Hoje vai ao ar o último episódio da primeira temporada e eu estou SURTANDO só de imaginar o quanto terei que esperar até o retorno da segunda temporada.

Vocês acompanham alguma série estrangeira também? Me recomendariam alguma? Contem aí, afinal séries nunca são demais!

Pessoal

Meme escrito

Para uma pessoa que gosta de caligrafia, eu admito que minha letra habitual é bem horrenda. Misturo cursiva com letra de forma, uma zoeira infinita. Já tomei muito esporro até de professores por isso, fazer o que. É o meu jeitinho. Quando vi esse meme no blog da Ba Moretti, eu não resisti e roubei a ideia assim na moral mesmo.

O negócio é simples: são oito perguntinhas que eu respondi a mão no primeiro caderno velho que eu consegui achar no meu quarto. Em tempo: minha letra era infinitamente pior no colégio e na faculdade, imaginem.

meme

Perguntas:

01. Qual é o seu nome?
02. URL do seu blog
03. Escreva: ‘The quick brown fox jumps over the lazy dog’
04. Citação
05. Música favorita (no momento)
06. Cantor/Banda favorita (no momento)
07. Diga o que quiser
08. Indique 3 blogs

Sobre a questão #7: eu tô indo viajar nesse exato momento e vou passar uma semana longe da minha monstrinha – mas ela continua bem safada, ok? Já na última pergunta, eu indiquei três blogs que eu gosto muito de visitar para vocês conhecerem (Mariannan, Wonder Forest e Pigmento F) porque sempre tem conteúdo bacana ou dão aquela inspirada. Mas pra responder esse meme maravilhoso eu indico as meninas Michele (MOBIC), Mareska (Mareska who?) e Poly (Polypop). Na moralzinha, quem quiser fazer também tá liberadex e se quiser me marcar pra eu ler vou curtir pacas.

Beleza Resenha

Resenha: Catastrophe Cosmetic – Lush

Eis que chegou o famigerado dia em que eu juntei os cinco potinhos vazios pra realizar uma troca na Lush. Confesso que nunca tinha testado uma máscara facial fresca antes – afinal, a Mask of Magnaminty é a minha fiel companheira – e eu não tinha a menor ideia de qual iria levar quando cheguei na loja.

Como a Lush é uma loja maravilhosa, a atendente (que infelizmente eu já esqueci o nome porque faz um tempinho considerável) tirou todo o tempo do mundo pra me explicar cada uma das máscaras frescas, suas propriedades e me deixou testar cada uma delas. Não vou mentir, tem umas BEM EXÓTICAS e outras mais tranquilas. Eu optei pela que tinha mirtilos na composição – o cheiro é uma delicinha – e porque ela tem um efeito parecido com a Magnaminty.

A máscara tem uma consistência bem grossinha e é incrivelmente refrescante – e juro que não é pelo fato dela obrigatoriamente ser conservada na geladeira – uma delícia na hora de aplicar. Quando ela começa a secar, parece que você passou uma leve camada de cimento feat. massa corrida na cara. Risos.

eu não tinha nem virado ruiva ainda, HAHA

Ao lavar o rosto fiquei positivamente surpresa: meu rosto ficou com um toque super macio, agradável e fresco. Ou seja, no geral eu gostei bastante e o único inconveniente é ter que guardar o potinho na geladeira (o que pode gerar uma certa preguiça de usar). Como a máscara fresca não deve ser guardada por muito tempo para evitar o ressecamento, já que ela tem uma validade relativamente baixa, usei todo o meu potinho durante cerca de 1 mês e meio.

Vocês já usaram alguma máscara fresca da Lush? Recomendam alguma? Vamos trocar figurinhas porque eu sou louca pra testar mais algumas!